Esses são dois representantes:
domingo, 14 de julho de 2013
Falando Sério
Bom dia, queridos leitores.
Que domingo de sol!
Que ressaca na cabeça!
Ah, é o álcool!
Não.
A ressaca é a dor do movimento do mundo atual, girando rápido.
Ele sempre girou. E ressaca sempre existiu. Pelo menos assim penso.
Nunca vi a terra nascer. E nem quero ver a terra ser destruída.
Mas a terra é forte!
Fale isso pro Greenpeace.
Falando em Greenpeace, o momento atual de partidos multinacionais deixa qualquer um bêbado.
Que tal o "Anonymus" que é um grande movimento partidário? Forte, coeso e com ideias bem planejadas sobre o contexto mundial.
Eu? Respeito. Eu dependo da internet.
O bom é que eles, respeitam nossa liberdade. De falta de conhecimento sobre a "causa" deles.
Falando em causa, vou falar a minha causa. E talvez alguém me ajude a achar um "partido" nessa confusão.
Sabe o que acho chato em jogo? Roubalheira. Perco a paciência. Roubar é o cúmulo da soberba. A pessoa vê que está perdendo e resolve roubar para ganhar.
Esse lance de roubar é antigo e eu não passei ileso. Infelizmente não sou perfeito.
Mas que tal entrar no meu partido de "quero aprender a jogar bem"?
Pense que a vida numa sociedade Globalizada com vários "players" é um "jogo com regras indefinidas".
Eu? Gosto de xadrez. Vamos escolher as peças! Uau! Legal.
Peças brancas: "Globalizar em Paz"
Peças pretas: "Adoro violência"
Vamos jogar...
Só que num jogo tão indefinido... Cuidado... Coloque sua máscara e se proteja...
Afinal, quem será seu inimigo?
Boa sorte! E bons estudos!
Que domingo de sol!
Que ressaca na cabeça!
Ah, é o álcool!
Não.
A ressaca é a dor do movimento do mundo atual, girando rápido.
Ele sempre girou. E ressaca sempre existiu. Pelo menos assim penso.
Nunca vi a terra nascer. E nem quero ver a terra ser destruída.
Mas a terra é forte!
Fale isso pro Greenpeace.
Falando em Greenpeace, o momento atual de partidos multinacionais deixa qualquer um bêbado.
Que tal o "Anonymus" que é um grande movimento partidário? Forte, coeso e com ideias bem planejadas sobre o contexto mundial.
Eu? Respeito. Eu dependo da internet.
O bom é que eles, respeitam nossa liberdade. De falta de conhecimento sobre a "causa" deles.
Falando em causa, vou falar a minha causa. E talvez alguém me ajude a achar um "partido" nessa confusão.
Sabe o que acho chato em jogo? Roubalheira. Perco a paciência. Roubar é o cúmulo da soberba. A pessoa vê que está perdendo e resolve roubar para ganhar.
Esse lance de roubar é antigo e eu não passei ileso. Infelizmente não sou perfeito.
Mas que tal entrar no meu partido de "quero aprender a jogar bem"?
Pense que a vida numa sociedade Globalizada com vários "players" é um "jogo com regras indefinidas".
Eu? Gosto de xadrez. Vamos escolher as peças! Uau! Legal.
Peças brancas: "Globalizar em Paz"
Peças pretas: "Adoro violência"
Vamos jogar...
Só que num jogo tão indefinido... Cuidado... Coloque sua máscara e se proteja...
Afinal, quem será seu inimigo?
Boa sorte! E bons estudos!
segunda-feira, 1 de julho de 2013
Construindo
Aprendi com grandes mestres de todas as idades, de crianças a idosos que a paixão pelo trabalho não é suficiente.
Por vezes, temos que travar batalhas épicas contra nossos piores inimigos.
Nós Mesmos.
Foi numa dessas batalhas da guerra pela vida que encontrei soluções para resolver pequenos problemas, como apresentar minhas idéias.
Hoje para mim, escrever, cantar, compor uma música, investir recursos financeiros, construir, ter prazeres tem um significado simples: sobrevivência, minha e consequentemente da minha família.
Segue meu primeiro manuscrito publicado na Amazon no formato Kindle.
Ele é fruto da criatividade de usar material aos quais tinha acesso.
E é o 1º volume de uma série de 3.
Esse chama-se "O Legado" e traz o contexto que me fez conhecer "Chal".
O 2º e o 3º já tem outros títulos e juntos fazem a obra: "Caçador de Sí"
Fiquem ligados, a caça continua!
Boa diversão!
http://www.amazon.com.br/Ca%C3%A7ador-S%C3%AD-Chal-Legado-ebook/dp/B00DPYEKUY/ref=sr_1_1?s=digital-text&ie=UTF8&qid=1372678128&sr=1-1&keywords=ca%C3%A7ador+de+s%C3%AD
Por vezes, temos que travar batalhas épicas contra nossos piores inimigos.
Nós Mesmos.
Foi numa dessas batalhas da guerra pela vida que encontrei soluções para resolver pequenos problemas, como apresentar minhas idéias.
Hoje para mim, escrever, cantar, compor uma música, investir recursos financeiros, construir, ter prazeres tem um significado simples: sobrevivência, minha e consequentemente da minha família.
Segue meu primeiro manuscrito publicado na Amazon no formato Kindle.
Ele é fruto da criatividade de usar material aos quais tinha acesso.
E é o 1º volume de uma série de 3.
Esse chama-se "O Legado" e traz o contexto que me fez conhecer "Chal".
O 2º e o 3º já tem outros títulos e juntos fazem a obra: "Caçador de Sí"
Fiquem ligados, a caça continua!
Boa diversão!
http://www.amazon.com.br/Ca%C3%A7ador-S%C3%AD-Chal-Legado-ebook/dp/B00DPYEKUY/ref=sr_1_1?s=digital-text&ie=UTF8&qid=1372678128&sr=1-1&keywords=ca%C3%A7ador+de+s%C3%AD
domingo, 30 de junho de 2013
Sopro de Sonho na Realidade
Há muito tempo não precisava postar nada aqui....
Mas agora, depois do desencanto...
Volto para chamar quatro amigos para falar em nome de mim:
(Quatro na numerologia é o Número da perfeição)
Engraçado, vídeos de ampla circulação... Mas parece que pouca gente ainda entende!
Pensem um pouco... Sonhos valem muito mais do que matéria!
Eles moldam tudo!!!!
Bons sonhos!!!!
Mas agora, depois do desencanto...
Volto para chamar quatro amigos para falar em nome de mim:
(Quatro na numerologia é o Número da perfeição)
Engraçado, vídeos de ampla circulação... Mas parece que pouca gente ainda entende!
Pensem um pouco... Sonhos valem muito mais do que matéria!
Eles moldam tudo!!!!
Bons sonhos!!!!
quarta-feira, 1 de maio de 2013
Manifesto Cultural Inacabado
O efeito de refletir sobre os próprios atos, contém a
sabedoria que nos guia.
Perceber os enganos após a tormenta emocional é chave de
libertação de muitas prisões confirmadas nos comportamentos do dia a dia.
O sentido de escrever essas sentenças tem um foco bem
definido.
A emancipação humana do egocentrismo.
Na renascença, meados do século XVI, o antropocentrismo foi
de real importância na emancipação do homem de suas amarras ideológicas e
políticas atreladas ao sistema feudal e ao cristianismo papal.
Por outro lado, ele criou desse momento em diante uma
afirmação que distancia o homem do universo, anunciando a humanidade como o
centro de tudo. Afirmação que gerou e gera consequências nefastas.
Agora, no início do século XXI estamos caminhando para novamente quebrar paradigmas.
Desde a revolução industrial, do avanço no domínio das
energias, que novas técnicas e novas formas de pensar buscam novamente nos
emancipar de um inimigo ideológico.
O egocentrismo.
Ao teorizar o homem como o centro do universo, filósofos
modernos, e estudantes das diversas áreas do conhecimento ignoram que o homem
não é na verdade centro do universo, mas sim parte dele.
O conhecimento gerado funcionou, porque alavancou o estudo
das diversas funções humanas. Cumprindo o destino humano de se conhecer. Mas de
forma alguma, exaurindo esse destino infinito.
As teorias contemporâneas como a teoria da relatividade, vêm
por fim, lembrar que sendo parte, não será necessariamente pequena ou grande.
Apenas parte.
O movimento egocêntrico está expresso na sociedade atual, em
sua maioria.
Em dois grandes aspectos. O sucesso material e profissional,
aqui encarado como posição de destaque social; e o domínio do conhecimento e de
informações privilegiadas, encarado aqui como supremacia argumentativa.
Por partes.
O ego é conhecido das terapias acadêmicas como a
manifestação mais próxima do instinto de sobrevivência.
Essa descrição é superficial, mas amplamente aceita.
Não vou me deter em descrever o ego.
Quero apenas passar por esse assunto no seguinte sentido. O
ego como toda manifestação humana, e, portanto natural, universal, tem duas
faces facilmente identificáveis que não estão necessariamente apartadas, mas
são parcelas de um todo. Entre essas faces existe uma gama de outras, como
cores de um arco íris.
Uma, que chamaria de positiva é justamente a que nos faz
conduzir nossas necessidades básicas, elementares. Ela nos guia por movimentos
de busca da subsistência, socialização dessas necessidades, com o fim de mantê-las.
A outra, que chamaria de negativa, é a tentativa de manter o
padrão adquirido de subsistência.
Não se engane. Todos nós temos as duas. Como tantas outras
faces do ego.
Talvez, na passagem da vida, possamos não experimentar todas.
Mas fatalmente temos.
O que diferencia os diversos e infinitos tipos humanos é a
dosagem do ego sobre outros caracteres da personalidade humana.
Assim também, nesse caso atitudes positivas ou negativas não
se identificam com a noção moral de bom ou ruim.
Aqui o positivo tem o significado de unir, somar, buscar,
reunir.
O negativo de negar mesmo, não distribuir, valorar as
conquistas.
Em algumas sociedades o conceito moral não valora as
atitudes por suas ambições, por suas necessidades.
Mas pela sobreposição da
vaidade sobre a necessidade.
Façamos do argumento de que vaidade é a superdosagem do ego.
Como se o ego fosse uma espécie de ferramenta útil, mas que
se usada em excesso geraria transtornos graves.
Aqui estamos chegando ao foco do assunto.
Emancipação do egocentrismo.
Quando nos tornamos viciados em uma ferramenta útil, então
distorcemos a função da ferramenta e a tornamos não mais ferramenta, mas centro
dos nossos movimentos.
O ser vaidoso, ou egocêntrico, transforma a ferramenta ego
em função da sua vida, dos diversos movimentos empregados durante a existência.
Suas razões são múltiplas. Seus argumentos refinados. Mas a
lógica natural vai lhe negar apoio.
Se o ego serve para subsistência.
Por outro lado o altruísmo também tem sua serventia.
Exemplo máxime do ocidente cristão a figura de cristo mostra
claramente o altruísmo em sua forma pura nos textos ligados às religiões
cristãs.
Ele é diametralmente oposto à vaidade, sacrifica seu corpo e
sua vida e segundo os textos religiosos o faz com a missão de espalhar vida e
perdão como mártir.
Não quero me deter na figura religiosa de Cristo.
Mas sim exemplificar o altruísmo como antídoto para o
egocentrismo.
Diferentemente do que pregam livros dos cursos de economia e
administração. Diferente do que pregam certas sociedades e instituições
religiosas, o altruísmo não tem nada com o significado de doação.
Mas sim com o significado de serviço ou mesmo de sacrifício.
Enquanto o egocentrismo busca domínio e poder absoluto o
altruísmo busca sacrifício, perda, em nome da coletividade.
Isso fica claro num dos exemplos que transcendem o tempo e a
história humana.
O egocêntrico diz: vou colher frutos. E até socializa ao
grupo: vamos colher frutos. Ao fim, estabelece uma proposta convincente, tanto
na argumentação quanto na força que irá beneficiar a si e ao seu grupo.
O altruísta diz: vamos colher frutos. E socializa com o
grupo: vamos colher frutos. Ao fim, estabelece normas de distribuição que irão
atender a demanda de todo o grupo e tornar o grupo forte e coeso.
A palavra “grupo”, aqui, sugere o cerne do altruísmo. O que
é grupo?
O egocêntrico caça, colhe, junta, solidifica sem estar
atento à unidade. A percepção altruísta seleciona a unidade do todo em função
da manutenção harmônica e equilibrada.
Daí vem o conceito de moral. Bom e mal.
O egocêntrico é mal. O altruísta é bom.
Quando cristo religioso sacrifica sua vida, ele separa os
maus dos bons e cria conceitos morais que até então estavam sendo solidificados
pelos hebraicos. Mas mesmos os sacerdotes hebraicos na época, e até muitos
outros ainda hoje não entenderam o recado.
A cadeira jurídica trata atualmente, nas sociedades
ocidentais de moral evidentemente cristã de verificar o bom senso e a má
conduta, as relacionando em códigos e textos legais.
Mas a classe do poder que exerce a função legislativa esta
entregue à vaidade. Fato inconteste.
Distorce a noção fundamental do ego, não exerce o altruísmo
puro e entrega uma prestação legal que não tem valor para a manutenção social e
civil.
É o ápice do conceito antropocêntrico: o egocentrismo.
Não cabe somente aos populares exigir o reposicionamento da
classe que detêm poder. O que até contradiz a sobreposição de ego sobre necessidade valorada
anteriormente.
Mas exibir diariamente o antidoto altruísta e gerar novas consequências
factuais.
A cultura em geral sentirá sensivelmente a mudança.
Esse movimento pode ser reconhecido como revolução
silenciosa. Ou revolução homeopática.
A mudança nas pequenas ações. Sentida por poucos, mas que se
aceitas por muitos, tornarão os vaidosos exceção e não maioria.
segunda-feira, 29 de abril de 2013
Era uma vez
Era uma vez
Quanto tudo era possível
O sol brilhava mais forte
As cores eram mais vivas
A música fazia sentido
Era uma vez
Banhos rápidos
A noite te espera
As roupas se adequam ao corpo
E todo corpo cheira o puro desejo
Desejo que não cabe
Não tem
Continente que cabe
Desejo de ser mais que humano
Herói da história de si mesmo
domingo, 28 de abril de 2013
Motocicletas e Sedução
Sempre gostei de motos. Mas as motos estradeiras.
Elas geram ruído, como as esportivas de alta velocidade.
Mas é um ruído mais grave. E prefere estradas.
As esportivas não. Gostam de mostrar seu poder.
Poder de bundas na garoupa. Poder de ruído invencível. Poder
que só serve em porta dos bares e boates da cidade. Não, mais nada.
E a cena se estende.
Uma senhora, ora com os filhos, pra um Deus cada vez mais
distante da sociedade. Das bolsas de valores, universidades, e quem diria? Dos
centros religiosos. Um deus do beijo, do olhar amável, do abraço, das palavras
doces de amor...
E não palavras pedindo seu cartão, senha e prometendo
negócios inimagináveis.
Deus já abandonou essas casas. É muito sutil, angelical para
conviver com a imensa maldade.
Mas a senhora cala. Para a oração. A moto esportiva nervosa
não pede licença, passagem, não tem a menor consideração. Seu invencível ruído,
como um poder de inigualável vilão, interrompe o ato de amor.
A moto vai embora, a oração continua.
Em seu coração, a senhora reza:
Para que o piloto não termine com o destino de muitos outros
pilotos do poder: morte triste, capa de jornal que abala a família. Que abala a
multidão, pasma.
Para que seus filhos não se entreguem a mesma sedução.
Para que o singelo amor, ainda tenha tempo de atingir outra família,
outras inúmeras almas.
Que ele sobreponha ao imenso poder e dele ainda tenha
perdão.
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